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Deuses Pagãos

O Natal vem chegando época para celebrar o nascimento de de Jesus Cristo, mesmo sabendo que esta data foi convencionada pela Igreja Católica, sempre me emociono neste período. As idéias e os ideais do salvador são exemplos simples porém díficieies de serem seguidos principalmente na parte de amar o próximo. Por isso está sendo bastante dolorido ler o livro de Juan G. Atienza, Os Santos Pagãos Deuses Ontem, Santos Hoje. Neste livro Atienza faz um painel do panteão de santos da igreja católica e de como ela utilizou elementos pagãos e os incorporou em sua doutrina seja para se afirmar como instituição mandante na sociedade da época ou seja para atender caprichos poucos edificantes. Os paralelismos e  o proselitismo feito em alguns santos chegam a ser escandalosos. Sempre desconfiei de certas canonizações e que alguns papas não foram verdadeiros intermediadores do Senhor mas nunca me dei conta de certos aspectos e de como surgiram as celebrações para santos.

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CONTOS AMAZÔNICOS

Esse post é para quem curte contos, vou por um conto do livro O REBELDE E OUTROS CONTOS AMAZÔNICOS, de Inglês de Sousa publicado pela editora scipione com Ilustrações de Fernando Vilela e com Organização de Maria Viana. O livro contém os contos: O Rebelde, A Quadrilha de Jacó Patacho, O Donativo Do Capitão Silvestre e o Voluntário. Mas antes de colocar o trecho do livro é melhor ver o que o livro diz a respeito do autor.







Inglês de Sousa:

A publicação de Contos Amazônicos, em 1893, deu-se em tempos de agitação política e de efervescência intelectual. Nesse ano saíram Missal e Broquéis de Cruz e Sousa, títulos que inauguraram novo momento literário brasileiro, o Simbolismo.

Para o crítico Araripe Júnior, "a produção literária (...) foi relativamente abundante, pelo menos os jornais e as revistas andaram muito pejadas de pequenas publicações narrativas variando desde o grotesco até o épico".


José Veríssimo apresentou julgamento bem diferente sobre o movimento literário desse ano tã…

Verde Tempo

Hoje ajudando minha esposa a fazer um trabalho da escola que falava sobre trovadorismo relembrei minhas aulas do ensino médio.  A Cantiga do desencontro reavivou lembranças de algo que não volta mais eramos adolescentes sonhando com a universidade; família, emprego e outras obrigações eram uma imagem distante mas de repente as coisas mudaram será que foi eu que mudei? Não sei mas as passagens da vida sempre deixam um gosto de perda, algo que o vento sopra e leva embora e o coração fica espremido entre uma lágrima e outra.  Tudo passa muito rápido alegrias e tristezas se esbarrando dentro de um tornado e eu dentro dele. Saíamos das aulas correndo atrás dos nossos sonhos mas nem tudo é como pensávamos, surpresas, mudanças de rota.
Lágrimas que escorrem e soluços que abafam...
Cantiga do desencontro
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Ai flores do verde tempo, Alvas luas que semeei... Em que camada de terra Mor…

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Texto publicado originalmente no O PASQUIM em dezembro de 1969 nº 25 Como o Texto é dividido em 5 partes vou (ou melhor iria pôr) pôr em 5 post devido a extensão do artigo de Rubem Fonseca. Rubem Fonseca
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Quando se diz que alguma coisa é pornográfica é porque essa coisa descreve ou representa: a) funções sexuais ou funções excretoras; b) mediante, em certos casos, a utilização de nomes vulgares comumente conhecidos como palavrões. O termo pornografia, quando utilizado aqui, terá sempre essa acepção.
Freud, no prefácio do livro Scatologie Rites, de Bourke, diz que é comum serem as pessoas afetadas por qualquer coisa que as relembre inequivocadamente da natureza animal do homem... Eles escon…